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domingo, 10 de janeiro de 2016

Curiosidades sobre o Gengibre


O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo.


O seu caule subterrâneo é utilizado como especiaria na culinária desde a antiguidade.



O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.



O gengibre fresco é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o sumo (do gengibre espremido) para temperar frango e as conservas que são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.

Nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, utilizam para fazer os tradicionais bonecos de gengibre para o Natal.


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Gengibre é uma planta medicinal que serve para ajudar a emagrecer e no tratamento de má digestão, azia, enjoo, gastrite, resfriado, colesterol alto, pressão alta, tosse, dores musculares, problemas de circulação sanguínea e artrite. 

Esta raíz também pode ser utilizada no tratamento de problemas circulatórios, resfriados ou inflamações, como dor de garganta, por exemplo.

O consumo de gengibre traz inúmeras vantagens para o organismo e é uma boa ideia juntar esta raiz à sua alimentação.



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Crème Fraîche

Para quem não sabe o que é o Crème Fraîche, aqui vai.

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O Crème Fraîche é uma versão francesa do Sour Cream mas mais rico e mais cremoso. Proveniente duma ligeira fermentação bacteriana duma nata pasteurizada, o Crème Fraîche ao contrário do que o nome pode fazer crer, não se trata de uma nata fresca, acabada de separar do leite, mas sim de um produto já elaborado.

No entanto, com a globalização cultural, o produto entrou na culinária de muitos países, mantendo a sua designação francesa. 

O Crème Fraîche é melhor para cozinhar, uma vez que pode ser fervido em lume brando num cozinhado, que não talha. Além disso, pode ser servido simples com fruta fresca, pode ser usado como um ingrediente para molhos, doces, creme ou como uma cobertura em pizza e sopas.

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Como existem certos países que não é normalmente comercializado e quando uma preparação culinária exige a sua utilização, em alguns casos pode ser substituído por iogurte ou Sour Cream, mas também pode ser “fabricado” em casa, aui vai uma receita que resulta igualmente.

Receita Crème Fraîche (Alternativa)

Ingredientes:
  • 1 colh. sopa de suco de limão
  • 125 ml de natas
  • 125 g de iogurte grego

Preparação:
Envolva as natas com o iogurte.

Depois de bem ligados, adicione o suco de limão.

Misture bem, cubra com película aderente e leve ao frigorífico pelo menos 1 hora antes de usar.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Farinha

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A farinha é um pó desidratado rico em amido, utilizado na alimentação, produto obtido geralmente de cereais moídos. 

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Cereais como trigo, milho, aveia, entre outros, podem ser preparados na forma de farinha. Os cereais são sementes, constituídas por três partes: o embrião ou gérmen; a fonte de comida para o crescimento inicial da planta chamada endosperma; e uma cobertura protetora que origina o farelo.

O processo de moagem consiste em separar estes três componentes e reduzir o endosperma a partículas pequenas, designadas por farinha. O endosperma, produtor de farinha, normalmente perfaz cerca de 75 a 85 % do peso total. O óleo de gérmen é extraído e vendido como óleo de culinária. Já o farelo, é vendido como ração para gado e ovelhas. 

É, portanto, desta forma, que surgem os diferentes tipos de farinha: a integral e a branca. As farinhas integrais são produzidas através da moagem de todo grão, isto é, incluindo o farelo e o gérmen. A farinha branca contém apenas o endosperma.

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A palavra cereal tem origem no nome Ceres, a deusa romana das colheitas e da agricultura. Nas civilizações antigas, os cereais eram considerados uma dádiva dos deuses. 

Os cereais são considerados por muitos, uma das mais importantes plantas cultivadas pelo homem, pois deles resultam um sem número de alimentos indispensáveis à dieta humana. Há muitos anos, os cereais chegaram a ser usados como moeda de troca – meio de pagamento de rendas dos camponeses ou troca direta entre agricultores. 

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Estando dependente das condições edafoclimáticas, cada região do planeta intensificou o cultivo do seu próprio tipo de cereal ou oleaginosa: na Europa, o principal cereal sempre foi o trigo,  na América é o milho, em África é a mandioca e nos Estados Unidos e Extremo Oriente é a soja.

Farinha de Trigo:

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A farinha de trigo é consumida em quantidades muito maiores que qualquer outra farinha de cereal. Isto deve-se ao fato de o trigo poder ser cultivado melhor sob condições climáticas amplamente variáveis e por sua aceitação quase universal como um artigo de alimentação básica.

A farinha de trigo contém uma proteína sem igual chamada glúten. Quando a farinha de trigo é misturada com água, o glúten forma uma massa elástica. Quando a massa é cozida num forno quente, expande-se em várias vezes seu volume original.  

Farinhas feitas de trigos suaves, que contêm menos que 12% de proteína de glúten, são utilizadas para fazer produtos macios como bolos e bolachas. Farinhas de trigo duro, que contêm mais de 12% de proteína, são usadas para a fabricação de pão.

A classificação dos diferentes tipos de farinha varias consoante o país. podendo mudar não apenas o nome do tipo, mas também o modo de produção da farinha. 

No Brasil, as farinhas são classificadas pela quantidade de casca misturada à farinha, indo da menor proporção até a farinha integral. Na Itália, as farinhas são classificadas pelo teor de glúten. Nos Estados Unidos, a classificação é mais meticulosa, e pode-se encontrar desde farinha para pães branqueada naturalmente até farinha integral para bolos, feita do grão inteiro, mas com baixo teor de glúten. 

Em Portugal é feita uma classificação por tipos:

Tipo 45 - Farinha Flor
A Farinha Flor ou Farinha de Trigo tipo 45, é a farinha mais refinada e branca de toda a nossa oferta de farinhas. É ideal para confecção de doçarias como o pão-de-ló ou tortas, pois dá origem a doces muito fofos e de qualidade extrema.

Tipo 55 - Farinha Super-Fina
A Farinha Super Fina tipo 55, é das farinhas mais utilizadas na culinária caseira. É especialmente indicada para a confecção de bolos, bolinhos, tartes, pastéis, massas lêvedas, entre outras.

Tipo 65 - Farinha Fina
A Farinha tipo 65, farinha fina é a mais utilizada na panificação, caseira ou industrial. O pão branco é o pão que mais se produz a partir desta farinha. Mas não é só para pão que a farinha serve, poderá também, preparar bolos, tartes ou pastéis.   

Tipo 80 - Farinha Semi-integral
As farinhas tipo 80 e 110 e as semi-integral são utilizadas na panificação industrial e caseira. Óptimas para confecionar pão semi-integral, que constituem parte fundamental numa dieta equilibrada e saudável.

Tipo 150 - Farinha Integral
A Farinha de Trigo tipo 150 ou farinha integral é muito utilizada na industria da panificação. Constitui parte fundamental de uma dieta saudável, dando origem a um pão rico em sementes, de textura compacta e mais escura. A sua utilização é cada vez mais frequente em bolos de fruta, bolachas, pastéis e outras confecções culinárias.

Farinha autolevedante
As farinhas autolevedantes são aquelas às quais se adicionou fermento químico. Indicadas para um melhor resultado na confeção de bolos, massas leves e arejadas.

Mistura para Bolo
Composto de sêmola de trigo + fermento em pó químico + açúcar + aroma + gordura vegetal + amido de milho. É utilizada na fabricação de bolos caseiros. 

Dentro das farinhas de trigos, existem também as farinhas para pão que são farinhas feitas a partir de grãos com alto teor de glúten. Costumam ser branqueadas naturalmente e podem conter ácido ascórbico, que ajuda no volume e textura dos pães. Que são:
 
  • Farinha para Pão Branco - A Farinha para Pão Branco, permite a preparação de um pão de trigo de excelente sabor com textura fofa e arejada, confecione na sua máquina de fazer pão (MFP) ou mesmo manualmente (ideal para bases de pizza, pãezinhos recheados e pães com especiarias).
  • Farinha para Pão de Sementes  - A Farinha para Pão de Sementes, garante um pão de textura ligeiramente densa e crosta menos uniforme, poderá facilmente confecionar na sua máquina de fazer pão (MFP) ou mesmo manualmente (ideal para bases de pizza, pãezinhos recheados e pães com especiarias).
  • Farinha de Pão de Brioche - A Farinha de Pão de Brioche tem um sabor ligeiramente doce, e uma textura muito macia. Apresentando uma crosta ligeiramente acastanhada devido à presença de açúcar na sua receita. Este poderá ser confecionado na máquina de fazer pão (MFP) ou manualmente (ideal para pãezinhos de leite, bolas de berlim, donuts ou bolo-rei apenas com as frutas).

Farinha de Milho:

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O milho é um cereal típico do outro lado do mundo e dos países quentes.

O consumo deste cereal encontra as suas origens na América, tendo sido fundamental para grande parte das civilizações Índias da América. 

Também denominada de farinha grossa de milho é usada na produção de pães de milho crocantes e broas. 

O milho não tem nenhum glúten mas tem um sabor característico e uma cor amarela agradável que são desejáveis em muitos produtos. 

Ao contrário do trigo e do arroz, que são refinados durante seus processos de industrialização, o milho conserva sua casca, que é rica em fibras, fundamental para a eliminação das toxinas do organismo humano. 

Além das fibras, o grão de milho é constituído de hidratos de carbono, proteínas, sais minerais e vitaminas do complexo B. 

Farinha de Centeio:

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Contém uma quantia pequena de proteína de glúten e pode ser usada para produzir pães de centeio escuros. Ela é frequentemente misturada com farinha de trigo para produzir pães de centeio claros com uma melhor textura.

A nível nutritivo, o centeio é mais pobre que os outros cereais. No entanto, um elemento que o caracteriza é a capacidade de fluidificar o sangue e amaciar os vasos sanguíneos. Desta forma, este é um cereal altamente aconselhado para pessoas com propensão para problemas cardiovasculares.

Sendo típico em zonas frias, o centeio é cultivado especialmente no centro e no norte da Europa, em climas frios ou secos, em solos arenosos e poucos férteis.

O grão de centeio é utilizado para fazer farinha, ração, cerveja, alguns tipos de whisky e grande parte das vodkas. 

Farinha de Aveia:

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É principalmente consumida, sob forma de flocos, acompanhados com leite e frutas. A farinha de aveia é a mais nutricionalmente completa de todas as farinhas.

A aveia é um cereal típico de países frios e húmidos e solos pobres.

Tradicionalmente, o consumo da aveia está associado às Ilhas Britânicas e também à Inglaterra. Hoje em dia o seu consumo estende-se a todo o mundo. 

A aveia é rica em minerais como o magnésio, o fósforo e o cálcio - elementos fundamentais para a formação de ossos e dentes saudáveis. É igualmente rica em vitaminas B1, B2, B5, E e niacina. Contém, ainda, proteínas, gorduras, hidratos de carbono complexos e silício.

A aveia é, portanto, um cereal fortificante em todos os aspetos. Estimula a atividade da glândula da tiroide e aumenta a resistência do organismo ao frio.

Farinha de cevada:

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A cevada fornece uma farinha alimentícia e o produto resultante da germinação artificial dos grãos (malte) é utilizado na fabricação da cerveja e de outros produtos. Os grãos torrados e moídos são usados na fabricação de uma bebida sem cafeína de aspeto semelhante ao do café. 

A cevada é ainda empregada em alimentação animal como forragem verde e na fabricação de ração.

No Brasil, a malteação é o principal uso económico da cevada, já que o país produz apenas 30% da demanda da indústria cervejeira.

É um primo distante do trigo e, embora possa ser usado em muitas das mesmas maneiras do trigo, como pão e massas, não causa sensibilidade em muitas pessoas que são intolerantes ao trigo.
 
Pode encontrar-se farinha de cevada em comidas de bebé e leites maltados. Em alguns países, grandes quantidades de farinha de cevada são usadas para a fabricação de pão.

Farinha de Mandioca:

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A mandioca surge associada ao Continente Americano, mais precisamente ao centro do Brasil.

A parte mais importante da planta é a sua raiz: rica em fécula, são energéticas e contêm muitos hidratos de carbono. As folhas, por outro lado, têm elevado teor de proteínas, Fe, Ca, vitaminas B1, B2, B6, C e principalmente vitamina A.

No Brasil, a mandioca é consumida sob a forma de farinhas - da qual se faz a farinha de mandioca e a tapioca - ou em pedaços cozidos ou fritos. Este é, ainda, um elemento muito utilizado na gastronomia local.  

Em Portugal este cereal não é um dos mais comummente utilizados, não tendo grande presença na nossa cultura e gastronomia.

Farinha de Soja:

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Apesar de ser utilizada na cozinha chinesa desde o século XI a.c, a soja só chegou ao Ocidente no início do século XX.

A soja é um grão rico em proteínas que pertence à família Fabaceae (leguminosa), assim como o feijão, a lentilha e a ervilha.

Este cereal é altamente nutritivo e é considerado uma fonte de proteína completa pois contém quantidades significativas de todos os aminoácidos - elementos essenciais ao bom funcionamento do organismo humano.

Estudos revelam que os produtos à base de soja, como a proteína texturizada, o tempeh ou o tofu, reduzem o risco de cancro da mama e da próstata, aliviam os sintomas da menopausa, ajudam a controlar a diabetes, a osteoporose e a arteriosclerose.

O leite de soja é feito a partir dos grãos de soja. Sendo de fácil digestão e rico em proteínas, este é uma ótima alternativa ao leite de vaca pois não contém colesterol e possui menos gordura.

Farinhas de Frutas e Vegetais:

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As farinhas são opções práticas, fáceis e nutritivas para serem incluídas no cardápio. Elas são obtidas através da moagem de vegetais e frutas e possuem alto valor nutricional, pois conservam todos os nutrientes dos alimentos. Para consumir as farinhas, basta adicioná-las na comida, caldo de feijão, sopas, molho de macarrão, em receitas de pães, bolos e biscoitos ou até mesmo em água.

As farinhas de frutas são obtidas das cascas dessas frutas trituradas e, como já se ouviu falar, é na casca dos alimentos que temos diversos nutrientes que as deixam ainda mais ricas.

Existem vários tipos de farinhas de frutas, tais como a farinha de maracujá, de uva vermelha, de banana verde,  da laranja e do bagaço da laranja, da maçã, da amora, etc... 

As farinhas de vegetais são: beringela, agrião, feijão branco, cenoura, beterraba, soja preta, tomate, couve, etc...  

quinta-feira, 14 de março de 2013

Curiosidades sobre Coco

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Coco, coco-da-praia, coco-da-índia ou ainda coco-da-baía é o fruto do coqueiro. O fruto é grande, com uma camada externa grossa e fibrosa, e tem no meio uma “noz”, que constitui o coco propriamente dito.

É de conhecimento geral que o coco é utilizado como alimento em várias partes do mundo e que os benefícios de seu uso vai além da hidratação. 

O seu valor nutritivo varia de acordo com seu estado de maturação, apresentando de maneira geral bom teor de sais minerais (potássio, sódio, fósforo e cloro), e fibras, importantes para o estímulo da atividade intestinal. Devido ao seu conteúdo em sais de potássio e sódio, é um alimento adequado contra aterosclerose, para o sistema nervoso, cérebro e pulmões, além de ser um bom alimento para os diabéticos.

A água de coco é muito saborosa. Pode ser empregada como diurético, por ser inofensiva e rica em sais de potássio. É também indicada nos casos de diarreia, vómitos ou mesmo desidratação. Tem grande eficácia nos casos de pressão alta, problemas cardíacos, cãibras, astenia, dores de cabeça e mal-estar. Ajuda também no crescimento infantil e no combate ao colesterol.

Segundo experiências realizadas nos Estados Unidos, o coco verde possui as mesmas propriedades do leite materno. No Hawaí, as mães costumam alimentar os bebés com leite de coco, na medicina popular é recomendado para promover o desenvolvimento físico, além de ser largamente utilizado como remédio por suas propriedades medicinais.


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Toda parte do coco é aproveitada! Desde a camada externa até sua camada interna. Dá para fazer produtos diversos como óleo de coco, coco ralado, farelo e até tecidos!

A camada externa serve para fabricar capachos, brochas, escovas e tecidos grossos para sacos. Da casca dura da noz, fazem-se objetos caseiros. A parte comestível do fruto são a polpa branca e a água, que podem ser consumidas quando o fruto ainda está verde ou depois de maduro. 

Quando verde, a polpa é comida com colher e a água é bebida como refresco, pelo seu sabor adocicado e agradável. Da polpa madura, extrai-se óleo e leite de coco. A gordura é usada na alimentação e na produção de sabão, cosméticos, detergentes e margarina. 

O leite de coco, puro ou com água, usado para preparar pratos doces e salgados, é extraído da polpa fresca ralada e prensada. Também a seiva do coqueiro é usada como bebida refrescante. 

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Doce de Leite

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O doce de leite é um doce tradicional de vários países da América Latina. Geralmente é feito ao ferver leite com açúcar, mas também pode ser obtido cozinhando leite condensado por várias horas ou por uns quantos minutos na panela de pressão.

É muito usado em rebuçados e outras comidas doces, como bolos, biscoitos ou gelados. Em alguns lugares, é comido com torradas. Também é famoso na sua utilização para a preparação de churros.


As variações mais comuns são a pastosa e a sólida (que pode ser cortada em barras ou pedaços), que se diferenciam por sua consistência.

O nome desta maravilha, varia de país para país na América Latina:
  • Dulce de leche (em espanhol)
  • Manjar blanco
  • Cajeta (na América Central e no México)
  • Arequipe (na Colômbia e na Venezuela)
  • Mumu (na Região Sul do Brasil)

O doce de leite já existe pronto, à venda nas grandes superfícies, mas também pode ser feito em casa.


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Receita Doce de Leite Tradicional

Ingredientes
  • 1 litro de leite
  • 2 chav. de açúcar

Preparação:
Leve o leite ao lume e acrescente o açúcar.

Misture sem parar até ferver, depois vá mexendo de 1 em 1 minuto até obter a consistência desejada


 
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Receita Doce de Leite com Leite Condensado
 

Ingredientes
  • 1 lata de leite condensado

Preparação:
Colocar a lata de leite condensado (sem abrir), sem rótulo, dentro de uma panela de pressão. 

Coloque água na panela até cobrir a lata (manter sempre a lata coberta).

Deixar em lume médio por 30 a 40 minutos, após esse período, desligue o lume e deixe na panela a descansar.

Abra lata e está pronto.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Leite Condensado

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O leite condensado é o produto obtido, a partir da evaporação de boa parte da água contida no leite, originando um líquido espesso e viscoso, sob o qual geralmente se adiciona açúcar de cana antes que seja embalado em latas esterilizadas. 

Em condições favoráveis, o leite condensado pode durar por até dois anos acondicionado em sua embalagem. 

O leite evaporado, antes de atingir sua consistência, assume a forma viscosa do leite condensado, sendo que geralmente aquele não recebe açúcar. Ambos, são, portanto, produtos obtidos a partir do mesmo processo de evaporação da água do leite.

O leite condensado, com ou sem açúcar e enlatado, foi muito apreciado no século XIX e início do século XX como alimento infantil, e no período anterior à Primeira Guerra Mundial, antes do advento do frigorífico elétrico doméstico, como fonte alternativa ao leite fresco. Na década de 1940, devido a escassez de açúcar in natura, o leite condensado se populariza, principalmente ao servir de ingrediente para a confeção de sobremesas.

Hoje, não faltam opções de marcas, receitas e até variedades de leite condensado. Versões light, sem açúcar, sem lactose e até a base de soja já estão disponíveis no mercado, para quem não abre mão da delícia, mas evita açúcares. 

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Qualquer que seja a forma usada, não há quem não seja fã do leite condensado, ele combina com qualquer receita e tem um sabor irresistível!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Amido de Milho (Cornflour)

Amido de milho (corn starch ou cornflour) é o nome que se dá à farinha feita do milho, e usada na culinária como substituto da farinha de trigo ou para o preparo de cremes, como espessante. Usa-se quer para engrossar molhos, fazer sopas, cremes, pudins e até papinhas para bebé!

O amido de milho é um hidrato de carbono extraído dos grãos de milho. É isento de glúten e não tem sabor nem cheiro. Apresenta-se como um pó fino, suave e de cor branca.

Por norma chamamos o Amido de Milho pelo nome de uma marca famosa desde a nossa infância e da qual comemos imensas papas, estou a falar da vulgar Maizena que é, nada mais nada menos, uma das muitas marcas de Amido de Milho à venda em Portugal.


O amido de milho tem muitas vantagens na sua utilização, tais como:
  • Dá uma consistência aveludada a molhos e cremes, sem alterar o sabor dos alimentos;
  • Dissolve-se facilmente em líquidos frios, uma vez que só absorve líquidos quando cozinhado;
  • Tem a capacidade de engrossar molhos cerca de 2 vezes superior ao da farinha de trigo. A quantidade utilizada deve ser por isso cerca de metade da de farinha de trigo;
  • Tem uma cozedura muito mais rápida do que a farinha de trigo, levando cerca de 1 minuto a cozer em lume médio.

Para utilizá-lo deve ser sempre dissolvido num líquido frio e durante a cozedura deverá ser continuamente mexido, suavemente, com uma colher. Não é aconselhável usar temperaturas muito altas para a cozedura quando incorporado em molhos, tal como, congelar molhos ou outros alimentos a que se adicionou o amido de milho, pois perdem o aspeto aveludado.

O amido de milho é um ingrediente fortemente usado na fabricação de alimentos, um dos ingredientes mais usados no setor alimentício de, biscoitos, cereais matinais, massas pré-cozidas e outros, pois tem como características produzir efeitos apreciados pelo consumidor, tais como crocância ou grande expansão.

Também é utilizado nas industrias de papel e papelão, no artesanato e em colas.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Curiosidades sobre Chocolate

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O chocolate é um alimento feito com base na amêndoa fermentada e torrada do cacau.   

Sua origem remonta às civilizações pré-colombianas da América Central. A partir dos Descobrimentos, foi levado para a Europa, onde popularizou-se, especialmente a partir dos séculos XVII e XVIII. Contudo, em função das necessidades climáticas para o cultivo do cacau, não é possível o seu plantio na Europa e por isso as colónias americanas de clima tropical húmido continuaram a fornecer a matéria-prima. Atualmente os maiores produtores estão na África Ocidental.

A palavra chocolate provém do espanhol chocolate, que por sua vez foi originado a partir de línguas indígenas mesoamericanas. Os espanhóis construíram a palavra usando o termo Maia chocol juntado com o termo asteca atl, que significariam chocol (quente) com o atl (água).

Antigamente, o chocolate não era comido, apenas bebido. E somente os nobres tinham direito a esse deleite. Com o passar dos anos, o famoso chocolate com leite foi criado e, em seguida, as barras começaram a surgir. 

Atualmente, é encontrado em diferentes formas que vão desde o sólido, como o chocolate em pó, as barras e os bombons, e líquido como o achocolatado ou chocolate quente. Além de ser consumido puro, é também ingrediente de um grande número de alimentos como bolos (tortas, biscoitos, etc.), mousses, gelados e outros doces.

Para além de ser um alimento divinal também tem as suas razões para ser um alimento perfeito: 
  • tem um sabor apreciado por todos
  • enorme variedade de formas, 
  • grande valor nutritivo e energético
  • rápido metabolismo (o organismo humano de qualquer idade e nas mais diversas situações de saúde, absorve facilmente o chocolate que, pouco tempo após a ingestão está transformado em energia);
  • ótima digestibilidade (a digestão do chocolate se faz facilmente, graças as gorduras que entram em sua composição);
  • alivia o stress e a depressão (devido á feniletilamina presente no chocolate sendo conhecida como a “molécula da felicidade e do prazer”);
  • previne o envelhecimento (a massa de cacau tem grande poder antioxidante, mais que qualquer fruta combatendo os efeitos da idade);
  • previne o cancro (os grãos do cacau possuem substâncias antioxidantes chamadas flavonoides que ajudam a fortalecer a saúde vascular e a prevenir alguns tipos de cancro, a maior parte desta substância benéfica está concentrada no chocolate amargo).

O chocolate é, sem dúvidas, o alimento melhor balanceado que existe, bem com uma equilibrada junção de cacau, leite e açúcar.

Mas para além disto tudo, ainda nos deixa felizes mas porquê?

O chocolate é, comprovadamente, uma poção do prazer: possui propriedades calmantes e estimula a produção de endorfina, a hormona responsável pela a elevação de autoestima e de bem-estar. Ele também aumenta a serotonina, substância que nos faz ficar felizes. E, para completar, o chocolate possui feniletilamina, a mesma hormona que produzimos quando estamos apaixonados. Pois é, nós literalmente nos apaixonamos por ele.

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E ao contrário do que muitos pensam, não existe nenhuma pesquisa que tenha confirmado que o chocolate realmente causa acne. O que acontece é que todos os alimentos muito gordurosos deixam a nossa pele muito mais oleosa. Por isso, quando uma pessoa já possui tendência a desenvolver acne, ele realmente aparece após o consumo desse doce (ou de qualquer outro alimento com alto índice de gordura) e também em situações de stress e alterações hormonais.

Mas enquanto para nós é um alimento dos céus, para os animais não é bem assim, o chocolate pode ser mortal para os cães. Ele contêm um ingrediente chamado teobromina que pode ser tóxico para o sistema nervoso central e para os músculos cardíacos do cão.

Hoje em dia, temos diversos tipos de chocolate.  

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Chocolate amargo: ele tem a maior concentração de massa de cacau (acima de 70%) e a menor quantidade de açúcar, além de não ser misturado com leite. Sua cor é bem escura e, como o nome já diz, seu sabor é amargo. É o tipo de chocolate que mais oferece os benefícios do cacau, e pesquisas descobriram que seu consumo pode até ajudar a emagrecer. 

Chocolate meio amargo: O chocolate meio amargo possui uma concentração de cacau menor que a do chocolate amargo (em torno de 50%), por isso seu gosto é mais suave, apesar de ainda ter um leve amargor. Também tem pouco açúcar e não leva leite. 

Chocolate de leite: A massa de cacau é misturada com leite em pó e a concentração de cacau abaixa para 30% ou 40%, enquanto a quantidade de açúcar aumenta. Essa mistura com o leite tira o sabor amargo do chocolate, conferindo um gosto mais adocicado e uma textura mais cremosa. 

Chocolate branco: esse chocolate não leva massa de cacau na sua confeção, e sim um outro produto extraído da semente - a manteiga de cacau. Ele também recebe açúcar e leite, sendo o mais doce e cremoso dos chocolate. 

Chocolate em pó: É a semente de cacau moída, geralmente usado para a confeção de bolos e doces. Também possui várias concentrações diferentes. 

Achocolatado: Ao contrário do que muita gente pensa, achocolatado não é chocolate em pó! Ele é uma mistura de chocolate em pó, leite e muito açúcar, usado apenas para dar sabor ao leite. 

Chocolate para cobertura: pode ter várias concentrações de cacau, mas possui sempre alta concentração de manteiga de cacau, tendo mais brilho e derretendo com facilidade. É mais usado para a cobertura de bolos e doces. 

Chocolate diet: é um chocolate comum, com massa de cacau, manteiga de cacau e leite. Sua novidade é que o açúcar é substituído por sorbitol, sacarina e vanilina. Muitas pessoas pensam que, por não ter açúcar, o chocolate diet contém menos calorias que os outros. O chocolate diet é altamente calórico. Sua única vantagem é que pessoas diabéticas podem comê-lo sem se preocuparem.

A partir desses chocolates, muitas misturas e inovações foram feitas, como por exemplo o chocolate aerado, onde o chocolate recebe gás carbónico e solidifica, cheio de bolhas, dando um aspeto macio à barra.

Quanto ao formato, o chocolate pode ser comercializado em barras, gotas, raspas e em outras versões mais peculiares, como na forma de ovos e línguas de gatos. 

Além disso pode apresentar os mais diversos ingredientes para recheios como amendoim, amêndoa, avelã, castanha-do-pará, nozes, castanha de caju, frutas secas, caramelo, biscoito, frutas cristalizadas, manteiga, nata, etc. 

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Os bombons apresentam uma grande variedade de tipos de recheios. Os principais são: Boiling (ou fervidos, que incluem o caramelo, ou butterscotch, e o fudge), Fondants, Croquant (ou crocantes), Gianduja (ou Gianduia), Marzipã, Praliné, Nougat, Trufas, Palets e Ganache.

Com esta variedade toda é muito difícil resistir, adoro chocolate e não vivo sem ele...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Açúcar - Pontos de Açúcar

A calda de açúcar é uma das partes mais importantes da doçaria Portuguesa, mais especificamente da doçaria conventual. Para preparar a calda de açúcar é necessário dissolver duas partes de açúcar numa de água e levar ao lume para atingir diferentes espessuras e densidades. Estes pontos podem ser medidos manualmente ou com termómetro.

Todos os tipos de açúcar podem ser submetidos a esta fervura, no entanto, o ideal é o açúcar branco granulado.

Dos diferentes pontos que a calda de açúcar atinge, pela ação da fervura, chamam-se Pontos de Açúcar. Aqui encontra alguns deles:
 

Açúcar - Tipos de Açúcar

O açúcar é um termo genérico para carboidratos cristalizados comestíveis, principalmente sacarose, lactose e frutose.
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Existem diversos tipos de açúcares. As principais diferenças aparecem no gosto, na cor e na composição nutricional de cada tipo. A regra básica é a seguinte: quanto mais escuro é o açúcar, mais vitaminas e sais minerais ele tem, e mais perto do estado bruto ele está. A cor branca significa que o açúcar recebeu aditivos químicos no último processo da fabricação, o refinamento.

Refinado (granulated sugar):

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Também conhecido como açúcar branco, é o açúcar mais comum nos supermercados. No refinamento, aditivos químicos como o enxofre tornam o produto branco e delicioso.Este processo tem o ponto negativo de retirar as vitaminas e sais minerais, deixando-o não saudável. Muito utilizado na culinária e para adoçar bebidas. Pode ser encontrado em forma de cubos (torrões) ao ser humedecido e prensado em moldes.

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Açúcar de Confeiteiro (confectioners sugar, powdered sugar ou icing sugar):


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Também conhecido como o glaçúcar, através da moagem e adição de 3% de amido, o açúcar refinado torna-se o açúcar de confeiteiro. O amido tem o objetivo de evitar a união de cristais. Possui como características principais sua coloração bem branca e sua textura fina. Muito utilizado no ramo de confeitaria por trazer resultados bonitos. Pode ser feito em casa moendo açúcar comum com um moedor de café ou um processador.

Açúcar Impalpável

O açúcar impalpável é um tipo de açúcar com alvura e fineza incomparáveis, mais fino que o açúcar de confeiteiro e que possuem entre 1% a 3% de amido de milho, que permite que o açúcar se mantenha seco quando pulverizado sobre doces, de forma a impedir a absorção do açúcar pela gordura proveniente dos doces. Apropriado para a montagem de glacés, cremes, pasta americana ou outros tipos de coberturas finas para bolos decorados, tem entre suas principais aplicações o confeito para decoração de bolos, doces, sonhos, croissants e outros produtos de confeitaria fina. É possível fazer em casa moendo num processador 500g de açúcar de confeiteiro mais três colheres de sopa de amido de milho.

Açúcar Cristal


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É o açúcar com cristais grandes e transparentes, difíceis de serem dissolvidos em água. Depois do cozimento, ele passa apenas por um refinamento leve, que retira "só" 90% dos sais minerais. 
Por ser económico e render bastante, o açúcar cristal sempre aparece nas receitas de bolos e doces. Usado como agente de corpo e, principalmente, como adoçante na indústria alimentícia em geral, destacando-se: bebidas, balas, biscoitos, chocolates, etc. 

Açúcar Mascavo ou Mascavado (brown sugar, light ou dark)

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É o açúcar bruto, escuro e húmido, extraído depois do cozimento do caldo de cana. Como o açúcar mascavado não passa pela etapa de refinamento, ele conserva o cálcio, o ferro e os sais minerais. Mas seu gosto, bem parecido com o do caldo de cana, desagrada a algumas pessoas.

Açúcar Amarelo 

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Resultado do processo de refinação sem a total eliminação do melaço. Isto lhe dá a cor amarela, o maior teor de humidade e um sabor mais pronunciado. Muito utilizado na Europa, é ótimo para confeção de doces e para adoçar bebidas. Importante lembrar que por ser mais doce e ter coloração interfere muito mais nas receitas. 

Açúcar Demerara


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Com cor similar a do mascavado porém um pouco mais amarelada, é o resultado da limpeza e secagem deste açúcar e apresenta valores nutricionais similares ao dele. Por passar pelo processo de secagem perde água e concentra mais o doce. Muito utilizado para exportação, tem o preço um pouco mais alto que os demais. Pode substituir o refinado porém interfere no sabor dos alimentos.

Açúcar Orgânico
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Produzido sem aditivos químicos em todas as suas fases, pode ser encontrado nas versões clara e dourada. Segue princípios internacionais de agricultura orgânica e recebe certificados anuais. Os fertilizantes são substituídos por um sistema integrado de nutrição orgânica. Este açúcar não passa pelo processo de clarificação da mesma maneira que o mascavado, portando mantém os mesmo benefícios das substâncias presentes.

Açúcar Light

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Surge da combinação do açúcar refinado com adoçantes artificiais, como o aspartame, o ciclamato e a sacarina, que quadruplicam o poder de adoçar. Um cafezinho só precisa de 2 gramas de açúcar light para ficar doce, contra 6 gramas de açúcar comum. Por isso, quem consome açúcar light ingere menos calorias.

Açúcar Baunilhado

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Esse tipo de açúcar contém vanille, um produto químico com aroma e sabor de baunilha. É o tipo de açúcar perfeito para preparar biscoitos caseiros e bolos simples sem recheio. Pode ser encontrado à venda nas grandes superfícies.

Açúcar Liquido (xarope simples)

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É obtido pela dissolução do açúcar refinado em água. Possui como características ser transparente e límpido. Utilizado principalmente no setor alimentício (bebidas gasosas, bombons, sobremesas congeladas) e farmacêutico. Uma das vantagens é que ele não precisa ser guardado em sacos, diminuindo os riscos de contaminação com poeira ou microrganismos.

Açúcar Líquido Invertido (xarope invertido)

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O açúcar líquido invertido é um adoçante natural constituído pela mistura de glicose, frutose e sacarose, apresentado na forma líquida em uma solução límpida e ligeiramente amarelada, com odor e sabor característico e com alto poder adoçante. Age contra a cristalização e a humidade. É utilizado em frutas em calda, sorvetes, balas e caramelos, licores, geleias, biscoitos e bebidas carbonatadas.

Rapadura 

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Rapadura é o caldo de cana aquecido e posteriormente resfriado dando origem a uma massa solidificada, devido a grande quantidade de cristais formados, e moldada em formas de madeira.

E então, conhecia todos esses tipos de açúcar? 

A partir de agora saberá usar cada qualidade da melhor forma e obter resultados maravilhosos nas suas receitas.
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